"Over the Rainbow" (muitas vezes referida como "Somewhere Over the Rainbow") é uma balada de música clássica com música de Harold Arlen e letra de EY Harburg .Foi escrito para o filme O Mágico de Oz , e foi cantada por Judy Garland no filme. Over time it would become Garland's signature song . Ao longo do tempo se tornaria Garland canção da assinatura .A canção é um número de " Songs of a Century "lista compilada pela Recording Industry Association of America e do National Endowment for the Arts . The American Film Institute also ranked Over the Rainbow the greatest movie song of all time on the list of " AFI's 100 Years...100 Songs ". O American Film Institute também classificou Over the Rainbow do filme canção maior de todos os tempos na lista dos " AFI's 100 Years ... 100 Songs ". It was adopted (along with Irving Berlin 's " White Christmas ") by American troops in Europe in World War II as a symbol of the United States . Foi aprovado (junto com Irving Berlin s '" White Christmas ") pelas tropas americanas na Europa da Segunda Guerra Mundial como um símbolo do Estados Unidos .
Em abril de 2005, o Serviço Postal dos Estados Unidos emitiu um selo comemorativo reconhecendo letrista Yip Harburg s realizações. As imagens selo a letra de abertura do Over the Rainbow.
No filme, parte da canção é tocada pela orquestra da MGM durante os créditos de abertura .Cerca de 5 minutos depois, Garland, no papel de Dorothy Gale , canta Over the Rainbow após uma tentativa frustrada de obter a tia eo tio para ouvi-la sobre um incidente desagradável envolvendo o cão de Dorothy Toto e desagradável solteirona Miss Gulch, a quem pouco Toto após ela o golpeou com um ancinho. Dorothy Tia Ema diz a ela para "encontrar um lugar onde você não vai ficar sozinho em qualquer" problema, levando a menina para andar fora sozinha e cantar a canção. A famosa seqüência em si, bem como a totalidade das cenas do Kansas, foi dirigida (embora não creditado) por King Vido.
Além Do Arco-Íris Em algum lugar sobre o arco-íris Bem alto Existe uma terra sobre a qual eu ouvi Uma vez numa canção de ninar Em algum lugar sobre o arco-írus Os céus são azuisE os sonhos que você se atreve a sonhar Realmente se realizamUm dia eu farei um pedido a uma estrela E acordarei onde as nuvens estejam longe Detrás de mim Onde os problemas derretam como pastilhas de limão Longe do topo das chaminés E lá você me encontrará Em algum lugar sobre o arco-íris Pássaros azuis voam Pássaros voam sobre o arco-íris Por quê, então, porque eu não posso? Se felizes passarinhos azuis voam Além do arco-íris Por quê, porque eu não posso?
Homenagem aos meus amigos Daniel , Rodolpho e Tiago... assisti 21 vezes a mini serie!!! rsrsrs Os Maias é uma das obras mais conhecidas do escritor português Eça de Queirós. O livro foi publicado no Porto em 1888.
Tudo começa no 1º capítulo, quando se descreve a casa – “O ramalhete”- Lisboa, mas que nada tem de fresco ou de campestre. O nome vem-lhe de um painel de azulejos com um ramo de girassóis, colocado onde deveria estar a pedra de armas.
"A casa que os Maias vieram habitar em Lisboa, no Outono de 1875, era conhecida na vizinhança da rua de S. Francisco de Paula, e em todo o bairro das Janellas Verdes, pela casa do Ramalhete ou simplesmente o Ramalhete. Apesar deste fresco nome de vivenda campestre, o Ramalhete, sombrio casarão de paredes severas, com um renque de estreitas varandas de ferro no primeiro andar, e por cima uma timida fila de janellinhas abrigadas à beira do telhado, tinha o aspecto tristonho de Residência Eclesiástica que competia a uma edificação do reinado da sr.ª D. Maria I: com uma sineta e com uma cruz no topo assimilhar-se-ia a um Collegio de Jesuitas. O nome de Ramalhete provinha de certo d'um revestimento quadrado de azulejos fazendo painel no lugar heraldico do Escudo d'Armas, que nunca chegara a ser colocado, e representando um grande ramo de girassóis atado por uma fita onde se distinguiam letras e números d'uma data. Longos anos o Ramalhete permanecera desabitado, com teias d'aranha pelas grades dos postigos terreos, e cobrindo-se de tons de ruina. Em 1858 Monsenhor Buccarini, Nuncio de S. Santidade, visitara-o com ideia de instalar lá a Nunciatura,(...)"
— Os Maias (1888)
Afonso da Maia casou-se com Maria Eduarda Runa e do seu casamento resultou apenas um filho - Pedro da Maia. Pedro da Maia, que teve uma educação tipicamente romântica, era muito ligado à mãe e após a sua morte ficou inconsolável, tendo só recuperado quando conheceu uma mulher chamada Maria Monforte, com quem casou, apesar de Afonso não concordar. Deste casamento resultaram dois filhos: Carlos Eduardo e Maria Eduarda. Algum tempo depois, Maria Monforte apaixona-se por Tancredo (um italiano que Pedro fere acidentalmente e acolhe em sua casa) e foge com ele para Itália, levando consigo a filha, Maria Eduarda. Quando sabe disto, Pedro, destroçado, vai com Carlos para casa de Afonso, onde comete suicídio. Carlos fica na casa do avô, onde é educado à inglesa (tal como Afonso gostaria que Pedro tivesse sido criado).
Passam-se alguns anos e Carlos torna-se médico - abre um consultório. Mais tarde conhece uma mulher no Hotel Central num jantar organizado por Ega (seu amigo dos tempos de Coimbra) em homenagem a Cohen. Essa mulher vem mais tarde saber chamar-se Maria Eduarda. Os dois apaixonam-se. Carlos crê que a sua irmã morreu. Maria Eduarda crê que apenas teve uma irmãzinha que morreu em Londres. Os dois namoram em segredo. Carlos acaba depois por descobrir que Maria lhe mentiu sobre o seu passado – podiam ter-se zangado definitivamente. Guimarães vai falar com João de Ega, e dá-lhe uma caixa que diz ser para Carlos ou para a sua irmã Maria Eduarda. Aí Ega descobre tudo, conta a Vilaça (procurador da família Maia) e este acaba por contar a Carlos o incesto que anda a cometer. Afonso da Maia morre de desgosto. Há ainda a abordagem científica. O romance foi escrito numa altura em que as ciências floresciam. Eça joga nele com o peso da hereditariedade (Carlos teria herdado da avó paterna e do próprio pai o carácter fraco, e da mãe a tendência para o desequilíbrio amoroso), e da acção do meio envolvente sobre o indivíduo (Carlos fracassa, apesar de todas as condicionantes que tem a seu favor, porque o meio envolvente, a alta burguesia lisboeta, para tal o empurra). A psicologia dava os seus primeiros passos – é assim que Carlos, mesmo sabendo que a mulher que ama é sua irmã, não deixa de a desejar, uma vez que não basta que lhe digam que ela é sua irmã para que ele como tal a considere.
história A acção de "Os Maias" passa-se em Lisboa, na segunda metade do séc. XIX, e apresenta-nos a história de três gerações da família Maia. A ação inicia-se no Outono de 1875, quando Afonso da Maia, nobre e rico proprietário, se instala no Ramalhete com o neto recém formado em Medicina. Neste momento faz-se uma longa descrição da casa – “O Ramalhete”, cujo nome tem origem num painel de azulejos com um ramo de girassóis, e não em algo fresco ou campestre, tal como o nome nos remete a pensar. Afonso da Maia era o personagem mais simpático do romance e aquele que o autor mais valorizou, pois não se lhe conhecem defeitos. É um homem de carácter, culto e requintado nos gostos. Em jovem aderiu aos ideais do Liberalismo e foi obrigado, por seu pai, a sair de casa e a instalar-se em Inglaterra. Após o pai falecer regressa a Lisboa para casar com Maria Eduarda Runa, mas pouco tempo depois escolhe o exílio por razões de ordem política.
Fruto deste casamento resultou apenas um filho, Pedro da Maia, que apresentava um temperamento nervoso, fraco e de grande instabilidade emocional. Afonso desejaria educá-lo à inglesa, mas Maria Eduarda, católica fervorosa, cujo fanatismo mais se exacerba ao viver em Inglaterra, país protestante, não o consente e Pedro é educado por um padre mandado vir de Lisboa. Pedro cresce, muito ligado à mãe e após a sua morte, ficou inconsolável,tem crises de melancolia negra recuperando apenas quando conhece uma mulher, extraordinariamente bela e vistosa, chamada Maria Monforte. Enamora-se dela e, apesar do seu pai não concordar, casa com ela, o que o afasta do convívio do pai. O jovem casal parte para Itália e inicia uma vida faustosa. Nascem-lhes dois filhos: Maria Eduarda e Carlos Eduardo. Pouco depois do nascimento do segundo filho, Maria Monforte apaixona-se por um italiano, visita da casa e, um dia, Pedro chega a casa e descobre que a mulher fugiu com o italiano, levando a filha. Desesperado, refugia-se em casa do pai, levando o filho, ainda bebé. Nessa mesma noite, depois de escrever ao pai uma longa carta, Pedro suicida-se com um tiro. Afonso da Maia dedica a sua vida ao neto a quem dá a educação inglesa, forte e austera, que em tempos sonhara para o filho.Num capítulo do livro essa educação, considerada a ideal, é contraposta à que umas vizinhas, as senhoras Silveiras dão ao filho e sobrinho Eusebiozinho. Passados alguns anos, Carlos contra a vontade de todos, excepto de seu avô, tornou-se médico (profissão que, ainda nos finais do século XIX, era considerada suja e indigna de um homem de bem) e acaba por montar um luxuoso consultório e até por mandar construir um laboratório, onde pretende dedicar-se à investigação). Após várias aventuras, um dia conhece uma mulher chamada Maria Eduarda e apaixona-se por ela, mas supõe-na casada com um cavalheiro brasileiro, Castro Gomes. Carlos e Maria tornam-se amantes. Carlos, com excepção da sua viagem no fim do curso, viveu sempre em Portugal, pensando que a sua irmã e a mãe morreram, e Maria Eduarda apenas se lembra de que teve uma irmãzinha, que morreu em Londres. Regressado a Lisboa e desagradado com os boatos de que a sua «mulher» seria amante de Carlos, Castro Gomes revela a este que Maria não é a sua mulher mas apenas uma senhora a quem ele paga para viver consigo. É assim que Carlos descobre que Maria lhe mentiu sobre o seu passado. Ela conta-lhe o que sabe sobre a sua vida e ele perdoa-lhe. Resolvem fugir, mas vão adiando o projecto, pois Carlos receia magoar o avô. Este, já velho passa o tempo em conversas com os amigos, lendo, com o seu gato – Reverendo Bonifácio – aos pés, opinando sobre a necessidade de renovação do país. Afonso é generoso para com os amigos e os necessitados, ama a natureza e o que é pobre e fraco. Tem altos e firmes princípios morais. A verdade precipita-se quando um tio de um amigo de Carlos(Guimarães, tio de Dâmaso Salcede), absolutamente por acaso, revela a Ega, o grande amigo de Carlos, que Maria é irmã deste. Embora Ega seja cauteloso ao dar a notícia a Carlos, este tem um grande choque. No entanto, não consegue pensar em Maria como irmã e continua a ser seu amante. Ao descobrir a verdade, Afonso morre de uma apoplexia. Carlos e Maria separam-se. Carlos vai dar uma volta ao mundo.
O romance termina quando Carlos, passados 10 anos, regressa a Lisboa de visita. O final é ambíguo, como o foi a acção de Carlos e João da Ega ao longo da narrativa: embora ambos afirmem que "não vale a pena correr para nada" e que tudo na vida é ilusão e sofrimento, acabam por correr desesperadamente para apanhar um transporte público que os leve a um jantar para o qual estão atrasados.
Lisboa Há em “Os Maias” um retrato da Lisboa da época. Carlos, que mora na Rua das Janelas Verdes, caminha com frequência até ao Rossio (embora, por vezes, vá a cavalo ou de carruagem). Algumas das lojas citadas no livro ainda existem – a Casa Havaneza, no Chiado, por exemplo. É possível seguir os diferentes percursos de Carlos ou do Ega pelas ruas da Baixa lisboeta, ainda que algumas tenham mudado de nome. No final do livro, quando Carlos volta a Lisboa muitos anos depois, somos levados a ver as novidades – a Avenida da Liberdade, que substituiu o Passeio Público, e que é descrita como uma coisa nova, e feia pela sua novidade, exactamente como nos anos 70 se falava das casas de emigrante.
O Ramalhete Habitado no Outono de 1875, o Ramalhete situava-se na Rua de São Francisco de Paula, Janelas Verdes, Lisboa. É portanto uma casa afastada do centro de Lisboa, na altura, num local elevado da cidade, no bairro onde hoje se situa o Museu Nacional de Arte Antiga. O seu nome deriva do painel de azulejos com um ramo de girassóis pintados que se encontrava no lugar heráldio, ao invés do brasão de família. Estes girassóis não são desapropriados, pois simbolizam a ligação da família à terra, à agricultura.
O Ramalhete corresponde à descrição do palácio do Conde de Sabugosa, grande amigo de Eça de Queirós e membro do grupo dos Vencidos da Vida. As paredes severas e a tímida fila de janelinhas são ainda visíveis nas fachadas do casarão.
Existem muitas provas arqueológicas que afirmam que tatuagens foram feitas no Egito entre 4000 e 2000 a.C. e também por nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia (maori),tatuavam-se em rituais ligados a religião.[1]
A Igreja Católica na Idade Média baniu a tatuagem da Europa (Em 787, ela foi proibida pelo Papa), sendo considerada como uma pratica demoníaca, comumente caracterizando-a como pratica de vandalismo no proprio corpo, firmando na sua doutrina de uma forma quase ditatorial.
O termo tatuagem, pelo francês tatouage e, por sua vez, do inglês tattoo, tem sua origem em línguas polinésias (taitiano) na palavra tatau [2] e supõe-se que todos os povos circunvizinhos ao Oceano Pacífico possuíam a tradição da tatuagem além das dos Mares do Sul.
James Cook
O pai da palavra "tattoo" que conhecemos atualmente foi o capitão James Cook (também descobridor do surf), que escreveu em seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau"(era o som feito durante a execução da tatuagem,em que se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele).Com a circulação dos marinheiros ingleses a tatuagem e a palavra Tatoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo novamente.Porém o Governo da Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879, a partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no OcidenteA tatuagem (também referida como tattoo na sua forma em inglês) ou dermopigmentação ("dermo" = pele / "pigmentação" ato de pigmentar, ou colorir) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversivel (embora dependendo do caso, mesmo as técnicas de remoção atuais possam deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele). A motivação para os cultuadores dessa arte é ser uma obra de arte viva, e temporal tanto quanto a vida..
sinopse:Aos 11 anos, Max Skinner (Freddie Highmore) é cuidadosamente educado na arte de saborear vinhos por seu tio Henry (Albert Finney), dono de um vinhedo na França. Adulto, Max (Russell Crowe) torna-se um bem-sucedido homem de negócios em Londres, sem qualquer tempo para degustações mais duradouras. Certo dia Max recebe a notícia de que Henry morreu, deixando-o como único herdeiro. Prevendo bons negócios, resolve fazer uma rápida viagem para visitar a nova propriedade. Mas, uma vez ali, percebe que não será tão fácil vender o lugar que lhe traz tantas lembranças de infância.
Boney M é um grupo de disco' music europeu, que teve um grande sucesso durante os anos 70. Foi criado pelo produtor alemão Frank Farian em 1976, e era composto por quatro artistas das Índias Ocidentais que trabalhavam em Londres, na Alemanha e na Holanda (Marcia Barrett - jamaicana, Liz Mitchell, Maizie Williams e o ex-DJ Bobby Farrell).
Especula-se que, quando Frank Farian lançou pela primeira vez a canção Baby Do You Wanna Bump?, em 1974 com o nome de Boney M, a voz na gravação era a dele, e só quando a música virou um sucesso é que ele decidiu arranjar um grupo de dançarinos e um vocalista para inventar um "grupo". O nome "Boney" era de um personagem de uma série de TV na Austrália. O grupo evoluiu antes de ter os integrantes que conhecemos hoje: só Maizie Williams participou desde o princípio.
É até possível que o boato envolvendo a primeira gravação seja verdade, pois:
a música não tem uma letra de fato, só uma voz masculina repetindo periodicamente o título, ou palavras e letras separadas é óbvio, quando se ouve, que o vocalista canta uma oitava abaixo de seu timbre verdadeiro o côro de fundo é muito genérico a autoria da música é creditada a Zambi e editada por Intro, diferente de qualquer outra música de Boney M antes de cantar, Maizie Williams começou carreira como modelo Rivers of Babylon se tornou o segundo maior sucesso de vendagem no Reino Unido em 1978, quando a música Brown girl in the Ring, que também compunha o disco, também se tornava sucesso nas rádios. Foi, na época, o único single além de Mull of Kintyre (gravada por Paul McCartney), a vender mais de dois milhões de cópias no Reino Unido.
Eles novamente conseguiram mais de 1 milhão de cópias vendidas no Reino Unido com sua versão de um clássico do calypso, Mary's Boychild (anteriormente gravada por Harry Belafonte).
Outros sucessos incluíram:
Daddy Cool (lançada em 1976 - chegou a vender 100 mil cópias semanais na Alemanha) Sunny (de 1976 - no Brasil, Léo Jaime fez uma versão desta música, chamada Sonia) a bem conhecida Ma Baker (de 1977) Rivers of Babylon teve também uma versão de sucesso no Brasil interpretada pela cantora Perla, muito popular na época. Love for sale (1977) Nightflight to Venus (1978) Rasputin (de 1978) Hooray, hooray, It's a Holi-Holiday" (1979) Painter Man (em homenagem a Andy Warhol) Em 1986, dez anos após o lançamento de sua formação mais conhecida, o grupo já acumulava 18 discos de platina, 15 discos de ouro e cerca de 150 milhões de unidades vendidas pelo mundo. O grupo se desfez naquele ano, porém o sucesso de alguns remixes (como Daddy Cool - anniversary remix) continuou. Tentou-se recriar o grupo com nova formação, porém o sucesso continou a ser o da formação original.
O tamboril , é um dos peixes tradicionais da Gastronomia Portuguesa.
INGREDIENTES
1,5 kg de tamboril (lombos) sal e pimenta q. b. 4 c. de sopa de azeite 3 dentes de alho 1 cebola pequena 1 c. de café de açafrão em pó 1 c. de sopa de licor de laranja amargo (Cointreau) 3 c. de sopa de natas
Lave bem os lombos de tamboril. Seque-os e tempere com sal e pimenta. Numa frigideira grande, aqueça o azeite e adicione o alho e a cebola picada. Mexa bem sem deixar queimar. Junte os lombos de tamboril e um pouco de açafrão. Tape bem e deixe cozinhar lentamente. Junte o licor e as natas. Deixe ferver um pouco. Transfira o peixe para um prato fundo e acompanhe com uma pasta a seu gosto e uma salada de tomate.
Takers / Bone Deep é um filme de ação policial dirigido por John Luessenhop que promete tirar o fôlego de quem for ao cinema.
Um grupo de ladrões que nunca haviam deixado pistas para polícia planejam assaltar um banco e roubar 20 milhões de dólares para encerrarem as “carreiras” de bandidos, porém seus planos são atrapalhados por um detetive vivido por Matt Dillon.